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4 causas para o disparo do alarme falso
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4 causas para o disparo do alarme falso

Confiar apenas no poder público para garantir a segurança dos cidadãos pode ser insuficiente. Por isso, um número cada vez maior de pessoas passa a investir em sistemas eletrônicos, a fim de proteger suas vidas e patrimônios. Um alarme falso, porém, sempre causa confusão e desconforto.

Desse modo, ao ouvir o disparo do alarme é bastante comum que os indivíduos próximos ao local entrem em alerta e busquem formas de solucionar o problema. Todavia, a maioria dessas ocorrências não se originam em situações de real perigo, como invasões ou assaltos.

Pensando nisso, apresentamos, ao longo deste artigo, as 4 principais causas do alarme falso e o que você pode fazer para evitar que isso aconteça em sua residência ou empresa. Boa leitura!

1. Interação dos usuários

A interação dos próprios usuários dos sistemas eletrônicos de segurança é uma das mais frequentes causas de disparos falsos. São casos como circular por locais com sensores depois de ativar o alarme, adentrar o imóvel por um lugar diferente do costumeiramente usado, configuração inadequada do tempo de saída e de entrada, dirigir-se ao local sem ter a senha do sistema de alarme etc.

Isso significa que o alarme falso causado pelos usuários, independentemente de sua intencionalidade, pode ser classificado nas seguintes categorias:

  • teste por conta própria: quando o usuário decide testar o alarme, mas não comunica previamente sua estação de monitoramento;
  • desativação antecipada: quando o usuário desrespeita o cronograma acordado e desativa o painel de controle antes do horário previsto;
  • falta de ativação: quando o usuário deixa de ativar o painel de controle dentro do horário acordado;
  • alarme falso acidental: quando o usuário se encontra no local e avança inadvertidamente sobre alguma área protegida ou ativa o botão de pânico;
  • não desativação: quando o usuário entra no local e se esquece da necessidade de desativação do painel de controle;

2. Agentes da natureza

Os disparos provocados por agentes da natureza são aqueles que têm sua origem em chuvas ou ventos fortes, nevoeiros, raios, entre outros fenômenos naturais. Embora inúmeros fatores possam ser classificados aqui, as correntes de ar e as chuvas destacam-se como as mais comuns causadoras de alarmes falsos.

Correntes de ar

Os sensores Infravermelho Passivo (IVP) podem ser ativados quando as correntes de ar trazem para o ambiente monitorado temperaturas superiores (ou inferiores) às do seu interior. Sendo assim, é preciso ficar atento, deixando todas as janelas e portas fechadas para evitar que tais correntes de ar possam circular livremente pelo local.

Se, por exemplo, o imóvel possui algum ambiente semiaberto que demande proteção, é necessário observar com atenção qual tipo de sensor deve ser instalado. Afinal, há sensores com diferentes tecnologias, isto é, especificamente projetados para locais totalmente abertos, semiabertos ou fechados, o que contribui para impedir alarmes falsos.

Chuvas

Enquanto uma das principais geradoras de alarmes falsos, as chuvas influenciam, sobretudo, locais com cercas elétricas instaladas. Nesses casos, os fios saem da central, circulam as zonas protegidas e, em seguida, voltam para a central de choque.

Quando a energia elétrica não percorre este caminho, ou seja, não retorna à central, ocorre o disparo da cerca. Por ser uma formidável condutora elétrica, a água presente em vegetações molhadas que entram em contato com a cerca faz com que a corrente se dissipe, impedindo seu retorno à central de choque e, consequentemente, provocando um alarme falso.

Portanto, é imprescindível ficar atento quanto a eventuais goteiras no local, uma vez que elas podem, também, acionar os sensores Infravermelhos Passivo (IVP).

Os sensores Infravermelho Ativo (IVA), por sua vez, tendem a ser posicionados do lado de fora dos imóveis e, também, podem disparar acidentalmente. Uma vez que os IVA são compostos aos pares, eles sempre ficam “se olhando”, logo, durante as chuvas fortes pode ocorrer a obstrução dessa “visão” e, assim, ocasionar falsos disparos.

3. Ambientes internos ou externos

Os ambientes internos ou externos também podem provocar o disparo do alarme falso:

  • ambiente interno: quando o alarme dispara dentro do imóvel devido à falta de controle deste espaço, como a movimentação de animais domésticos, a colocação de cartazes, o excesso de umidade, o posicionamento de plantas, a movimentação de objetos soltos, portas que não fecham como deveriam etc.;
  • ambiente externo: quando o alarme é disparado em região periférica por fatores como o crescimento de plantas, a movimentação de pequenos animais, portas e janelas que se movimentam muito devido à força dos ventos, entre outros.

4. Defeitos técnicos

Os disparos falsos provocados por defeitos técnicos são aqueles que envolvem elementos como:

  • erros na programação dos sistemas eletrônicos;
  • implantação de soluções tecnológicas não recomendadas para o local;
  • mau funcionamento em fontes de alimentação e baterias;
  • defeitos em equipamentos;
  • erros no posicionamento ou instalação dos equipamentos;
  • a detecção de vibrações (como um caminhão passando);
  • a detecção de barulhos similares à quebra de vidros;
  • a presença de sujeiras nos sensores;
  • erros na regulagem dos sensores.

Como evitar o disparo do alarme falso?

Para impedir todo o incômodo gerado pelo disparo de um alarme falso, há certos cuidados elementares que podem ser de grande utilidade para minimizar esse problema. Confira, a seguir, as principais medidas que você deve tomar a fim de evitar essas ocorrências:

Tenha cuidado com portas e janelas

Até mesmo as menores aberturas podem provocar um disparo falso, devido situações como a saída e entrada de animais, movimentação de uma cortina e fortes correntes de ar. Portanto, antes de deixar o imóvel, é altamente recomendável verificar se as janelas e portas estão devidamente fechadas.

Fique atento à presença de roedores

Se o local protegido apresentar grandes quantidades de roedores e insetos, providencie, o quanto antes, uma boa dedetização. Afinal, os sensores do alarme podem ser acionados pelo movimento desses animais. Além disso, os roedores costumam roer as fiações de alarmes, comprometendo a eficácia da proteção.

Guarde os controles em locais seguros

Essa simples medida evita que os controles sejam indevidamente pressionados, o que geralmente acontece quando eles são guardados em bolsos, bolsas e gavetas.

É crucial evitar que eles se molhem ou caiam, pois, isso pode provocar tanto o disparo acidental do alarme falso quanto a sua completa inutilização.

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