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Os 7 tipos de alarmes residenciais mais usados no Brasil
Segurança

Os 7 tipos de alarmes residenciais mais usados no Brasil

A segurança dos lares requer cuidado e atenção constante por parte dos moradores. Sendo assim, conhecer os diferentes tipos de alarmes residenciais, a fim de escolher o mais adequado para as suas necessidades, é uma excelente forma de assegurar a proteção familiar e individual dentro de sua casa.

Pensando nisso, apresentamos, ao longo deste artigo, as principais alternativas disponíveis para ajudar você a oferecer mais segurança às pessoas que ama. Boa leitura!

Qual é a importância do alarme nas casas?

Os criminosos tendem a escolher com bastante cautela as casas que serão alvo de seus ataques. Nesse processo, um dos mais relevantes critérios analisados consiste no grau de dificuldade para a execução de seus planos: quanto maior a segurança residencial, menores serão as chances de ela ser considerada um alvo viável.

Portanto, a presença de alarmes residenciais (algo que pode ser informado por placas ou percebido pela sirene fixada) tem grande importância na prevenção de roubos e invasões.

Outra consequência positiva da instalação de alarmes residenciais refere-se à sua atuação “passiva”. Diferentemente do que ocorre com concertinas ou cercas elétricas, eles evitam sinistros sem, para tanto, causar danos físicos aos eventuais infratores.

Os alarmes residenciais apresentam, ainda, a possibilidade de atuação conjunta com os vizinhos, que podem se organizar para, sempre que houver o disparo do alarme de alguma residência, os demais iniciarem determinadas manobras, como acionar a polícia ou soar apitos indicativos.

Quais são os principais tipos de alarmes residenciais?

Existem diferenças significativas em relação ao funcionamento e às vantagens específicas de cada tipo de alarme residencial, e todos contribuem para valorizar o imóvel.

Além disso, é possível obter maior praticidade na segurança da sua residência, uma vez que há alarmes que podem ser integrados a sistemas de monitoramento, gerando imagens que podem ser acompanhadas por acesso remoto às câmeras, pela internet. Confira!

1. Sensores magnéticos

Os sensores magnéticos são instalados no intuito de revelar a abertura de janelas, portões e portas, funcionando como um ímã que mantém fechado o contato quando o portão estiver fechado.

Caso o portão seja aberto, o contato também abre, acionando um sinal para a central de controle, que, então, realiza a liberação do alarme. Existem, basicamente, 3 tipos de sensores magnéticos:

  • metálicos: por serem mais resistentes, podem ser utilizados em portas de enrolar e portões pesados;
  • embutidos: indicados para janelas e portas de madeira;
  • aparentes: recomendados para janelas e portas de vidro.

2. Sensores de movimento

Os sensores de movimento identificam a presença de indivíduos nos ambientes em que são instalados por meio dos movimentos. Há dois tipos principais de sensores de movimento:

  • passivo: embora não emita luz infravermelha, é capaz de ler as variações que ocorrem no local onde está;
  • ativo: tem um receptor e um transmissor, que emite feixes de luz infravermelha, sendo comumente instalado na porta de elevadores.

3. Sensor de incêndio

O sensor de incêndio é capaz de detectar fumaça, um claro sinal de que pode estar acontecendo ou se iniciando um incêndio. Esse sensor envia sinais para o controle de alarme, que, por sua vez, dá um aviso visual ou, mais comumente, sonoro.

4. Quebra-vidro

Esse dispositivo visa sinalizar, como o nome indica, a quebra de vidros, enviando sinais para a central de alarme. É altamente recomendado para portas e janelas de vidro.

O ideal é utilizá-lo junto a um sensor magnético, especialmente em locais em que é razoável supor que um indivíduo mal-intencionado possa entrar na residência mediante a quebra de um vidro.

5. Infravermelho

Os sensores de infravermelho detectam a presença de um indivíduo por meio do calor. Quando há alterações na temperatura, o dispositivo emite um sinal indicativo de anormalidade.

O infravermelho é mais bem-empregado em ambiente interno, recomendando-se posicioná-lo nas proximidades das principais janelas e portas da residência.

Infravermelho passivo

O infravermelho passivo consegue detectar o calor do corpo através da energia infravermelha. O sistema é capaz de identificar a presença de invasores até mesmo em condições de baixa visibilidade.

Apesar de representar uma solução bastante econômica, o equipamento pode, devido à sua sensibilidade, emitir alguns alarmes falsos em locais submetidos a grandes variações na temperatura.

Logo, o infravermelho passivo é mais indicado para ambientes internos que disponham de baixas variações de temperatura e pouca movimentação.

Micro-ondas e infravermelho passivo

Esse sistema articula a tecnologia do micro-ondas com a do infravermelho (baseada, conforme mencionado, na detecção da temperatura). As micro-ondas lançam mão do efeito doppler (que emite pulsos e, depois, analisa os sinais recebidos) para identificar movimentos corporais.

Essa interação entre as duas tecnologias ajuda a evitar alarmes falsos, pois os disparos só ocorrem quando ambos os sensores forem simultaneamente acionados. O sensor disponibiliza opções que se adéquam a ambientes diversos, sejam externos, semiabertos ou internos.

Infravermelho ativo

Conhecido, também, como sensor de barreira, o infravermelho ativo cria ondas luminosas entre duas extremidades, a fim de coibir invasões. Os modelos mais avançados contam com filtros para impedir que mecanismos consigam burlar a proteção. É recomendado para muros de indústrias e residências.

Alarmes “Pet”

Esses alarmes são capazes de identificar, por meio do infravermelho, a movimentação de pequenos corpos. Sua classificação se dá pelo peso, de modo que não capta os movimentos que são realizados próximos ao chão. Os mais modernos conseguem rastrear animais de 45 quilos, distinguindo-os, inclusive, de pessoas nesse limite de peso.

Os alarmes “Pet” são úteis, sobretudo, nos locais em que a alta circulação de animais gera muitos alarmes falsos. Grandes plantas industriais e propriedades rurais são os que mais se beneficiam dessa função. O sistema, reconhecendo e ignorando os animais de estimação, dispara alarmes somente quando detecta a presença de pessoas.

Sensores de teto

Os alarmes residenciais dotados de sensores de teto apresentam um alcance de 360 graus. A área de cobertura varia de acordo com a altura do pé-direito do edifício, sendo mais indicado para ambientes internos.

6. Botão de pânico móvel

O botão de pânico móvel foi desenvolvido para situações em que o morador se sente acuado, como ao avistar estranhos rondando o local ou ao ser abordado em sua residência. Botões integrados com o monitoramento eletrônico de alarmes e imagens, que garante uma riqueza de detalhes, são ainda mais eficientes em situações de emergência.

A área onde o botão está incorporado pode ser mapeada por setores, a fim de alertar sobre emergências e intrusões em grandes perímetros — lembrando que a integração do botão a um excelente sistema de segurança eletrônica é o melhor modo de usar essa tecnologia.

7. Sensor acústico

O sensor acústico é outro excelente alarme residencial. Ele emite ondas de som com frequências que ficam entre 22kHz e 45kHz. O sistema vai trabalhar por meio do eco dessas ondas, logo, quando se tem uma reação anormal, ele é ligado. Ele se assemelha bastante ao sensor de micro-ondas, mas a emissão é feita a partir de frequências sonoras que os ouvidos humanos não são capazes de ouvir.

O que é uma central de alarme?

A central de alarme é uma base operacional que conta com sensores para identificar invasões a empresas, residências ou propriedades rurais, por exemplo.

Dentro da central, existem, ainda, as sirenes — que disparam um alerta sonoro quando ocorre algo fora do comum —, os controles para ativação e desativação e a discadora — um tipo de telefone que emite uma comunicação a todos os contatos cadastrados em caso de insegurança — e, também, um botão de pânico.

A central funciona a partir de uma bateria selada. De modo geral, todos os equipamentos ficam interligados, o que significa que um depende do outro.

Como ela funciona?

Quando o assunto é alarme, as pessoas já se lembram da sirene disparada, não é mesmo? Afinal, todos já estão acostumados com alarmes na entrada dos bancos, em carros etc. No caso da central, podemos afirmar que ela funciona com dois ou com oito sensores, e cada um é instalado em diferentes pontos.

Os sensores podem ficar em janelas ou portas, e o ideal é optar por aqueles que não precisam de fios, pois, assim, evita-se que os ladrões os cortem. Então, a comunicação vai ser feita por radiofrequência, o que aumenta significativamente a segurança do patrimônio.

A central detecta a presença humana a partir dos sensores, enviando mensagens silenciosas aos responsáveis pela residência — proprietários ou profissionais de segurança privada. Ainda, a detecção da presença de pessoas na casa também pode ocorrer por meio de leitura do calor corporal.

Qual é a sua importância?

Nas casas, o alarme pode ser útil para afastar os criminosos naquelas horas em que não há ninguém no imóvel, como durante uma viagem ou festa, ou até mesmo pode contribuir para a captura dos invasores, pois a polícia vai ser comunicada com extrema rapidez, permitindo o deslocamento até o endereço.

Para o comércio, por exemplo, o botão de pânico é essencial para prender ladrões no momento em que eles menos imaginam. Quando o botão é acionado, é enviado um alarme silencioso para as autoridades de segurança privada, possibilitando, assim, que aconteçam as prisões em flagrante.

Enfim, a central de alarme é, também, um recurso que oferece maior segurança para as pessoas que vivem sozinhas e para os idosos, já que tendem a ser mais vulneráveis a situações de roubo. O dispositivo é acionado a partir de senhas, e os números podem ser trocados facilmente, o que dá a você a oportunidade de repassar a senha para outras pessoas de sua confiança e, depois, mudá-la. 

Como instalar uma?

Para que uma central de alarme seja instalada, é importante contar com a ajuda de empresas que tenham domínio no ramo de segurança patrimonial. Além disso, é importante escolher equipamentos de qualidade, para evitar falhas nos momentos de necessidade.

Assim, deve-se optar pelos sensores mais adequados à sua residência, podendo ser passivos ou de barreira, inclusive com vários números de feixes. Por isso, é importante ressaltar que deve-se fazer um bom estudo considerando todas as peculiaridades do seu imóvel.

Uma dica valiosa é casar a central com outros recursos de segurança, como portões automáticos, câmeras e as convencionais grades e traves. Se os invasores ficam cada vez mais audaciosos, é fundamental que os cidadãos do bem também se protejam da violência.

Cumpre ressaltar, por fim, que a implementação de alarmes residenciais se condiciona a distintos fatores internos (tais como a exposição ambiental e a rotina do local) e externos (animais, insetos, calor do sol e maquinários que podem esquentar ao longo da noite e, assim, acionar o alarme).

Sendo assim, é fundamental analisar calmamente as opções disponíveis e recorrer ao auxílio de especialistas, para tomar a melhor decisão possível na hora de escolher entre os diferentes tipos de alarmes residenciais.

Gostou do artigo? Então, entre em contato conosco e conheça as melhores soluções em segurança eletrônica para o monitoramento de empresas, hotéis e residências!

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