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Tire suas principais dúvidas sobre a central de alarme
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Tire suas principais dúvidas sobre a central de alarme

Assim como o cérebro humano, a central de alarme é responsável por inúmeras funções. Com o crescimento da violência urbana e rural, atualmente, a população precisa contar com o auxílio dos recursos tecnológicos para se proteger das ações dos criminosos. Assim, casas e empresas que contam com alarmes conseguem inibir furtos e roubos.

Afinal, os bandidos estudam os locais que vão atacar e, geralmente, preferem os que oferecem os menores riscos, ou seja, que não contam com segurança tão eficaz.

Diante de inúmeras opções e aparelhos diversificados, vamos mostrar, neste post, como funciona uma central de alarme, tirando as principais dúvidas de quem quer investir no sistema. Ficou interessado? Então, continue lendo e fique por dentro do assunto!

O que é uma central de alarme

A central de alarme é uma base operacional que conta com sensores para identificar possíveis invasões a residências, empresas ou propriedades rurais.

Dentro dela, existem as sirenes, que são responsáveis pelo disparo de um alerta sonoro quando algo fora do comum acontece, controles para ativação e desativação, além da discadora, uma espécie de telefone que emite uma comunicação aos números cadastrados em caso de insegurança e, ainda, um botão de pânico.

A central funciona por meio de uma bateria selada. De forma geral, todos os equipamentos estão interligados, ou seja, um depende do outro, como explicamos a seguir.

Os tipos de centrais de alarme

Conheça, a seguir, os 2 tipos de centrais de alarme!

Alarme com discadora FIXA

Como o próprio nome sugere, o alarme com discadora FIXA disca para um número quando é disparado, necessitando, portanto, de um telefone fixo no local onde ele é instalado para fazer a ligação.

Alarme com discadora GSM

Esse é um alarme que não precisa de um número fixo na empresa e/ou residência para que possa funcionar, pelo contrário, ele necessita de um chip de celular. Hoje em dia, é a central mais escolhida, já que cada vez mais as pessoas estão deixando de possuir o telefone fixo.

A central de alarme capta a informação dos sensores para que ela realize a gestão de segurança do ambiente, logo, a central não funciona sem os sensores. Mas o que são os sensores? São os instrumentos para que a central avise se existe ou não um acesso indevido ao local.

Os tipos de sensores

Conheça os principais tipos de sensores abaixo!

Sensores magnéticos

Os sensores magnéticos são compostos de ímãs ou bobinas que, quando afastados, têm a função de acionar a central; por esse motivo, são utilizados em janelas e portas, detectando quando há uma abertura.

Sensores Infravermelhos Ativos (IVA)

Esses sensores são conhecidos como sensores de barreira, pois são usados em dois pontos, formando uma linha invisível. São ativados quando há uma obstrução do sinal entre eles, provocado pela passagem de uma pessoa.

Em locais litorâneos, são muito utilizados em substituição à cerca elétrica graças à sua resistência e por não oxidarem. Dadas todas essas características, os sensores ativos são muito usados nos motores de portões, a fim de evitar que eles sejam fechados sobre os veículos nos casos de fechamento programado.

Sensores Infravermelhos Passivos (IVP)

Os sensores passivos apresentam ação e função totalmente distintas das do ativo. Esse sensor não emite luz infravermelha, e o seu funcionamento ocorre a partir do recebimento do sinal de calor emitido no corpo. Ele é muito utilizado para alarmes e também para acender a luz de locais quando há presença de pessoas. Esses sensores não podem ser usados próximos a lugares com muito calor, como os aquecedores.

Há, ainda, os sensores PET, que apresentam uma tolerância de peso para o disparo do alarme. Isso evita que um animal de estimação cause um alarde sem necessidade.

Como funciona uma central de alarme

Quando se fala em alarme, qualquer pessoa já lembra da sirene disparando. Afinal, estamos acostumados com alarmes em carros, na entrada dos bancos, em infindáveis lugares. No caso da central, ela funciona com dois ou oito sensores, sendo cada um deles instalado em pontos diferentes.

Eles podem ficar em portas ou janelas. Uma dica é escolher sensores que não necessitam de fios, diminuindo as chances de os ladrões os cortarem. Assim, a comunicação será feita por radiofrequência, aumentando a segurança do seu patrimônio.

A central detecta a presença humana por meio dos sensores, destinando mensagens silenciosas aos responsáveis pelo imóvel, dos proprietários aos profissionais de segurança privada. A detecção da presença humana também pode acontecer por meio de leitura do calor corporal.

Atualmente, existem sistemas mais modernos que diferenciam pets das pessoas, ou seja, a possibilidade de acontecer um disparo acidental é bem menor.

A importância do alarme residencial e empresarial

Nas residências, o alarme pode afastar os criminosos nos momentos em que não há ninguém, como durante as férias, ou até mesmo contribuir com a captura dos bandidos. Isso, porque a polícia poderá ser comunicada com rapidez bem maior, agilizando o deslocamento até o seu endereço.

No caso de pontos comerciais, o botão de pânico é fundamental para prender ladrões quando eles menos imaginam. Ao ser acionado, um alarme silencioso é enviado às autoridades de segurança privada, contribuindo para que aconteçam prisões em flagrante.

Fora isso, a central de alarme é um recurso que destina mais segurança para quem vive sozinho ou pessoas idosas, que acabam sendo mais vulneráveis em situações de violência. O dispositivo sempre é acionado por meio de senhas. Os números podem ser trocados constantemente, ou seja, você poderá repassar a senha para prestadores de serviço de sua confiança e depois alterá-la.

Além disso, o alarme também identifica vazamentos de gás ou fumaça, ou seja, ajuda a prevenir incêndios e outros tipos de acidentes que podem causar prejuízos incalculáveis e até mesmo vítimas fatais.

Dessa maneira, a central de alarme é mais um meio para aumentar a segurança do seu imóvel. No caso das empresas, os sensores também podem ser instalados em locais com acessos restritos, como no estoque, evitando que ocorram perdas em razão de atos ilícitos por parte de funcionários ou invasores.

Dicas para a hora de instalar o alarme

A primeira dica é realizar um estudo minucioso dos cômodos existentes na sua casa ou empresa. Identifique as partes mais vulneráveis e escolha pontos estratégicos para instalar os sensores. Afinal, eles serão os responsáveis pela identificação de alguma invasão, ou seja, precisam ficar em locais muito bem estudados.

Depois, analise o seu orçamento para escolher o modelo ideal para o seu projeto. Afinal, existem muitas formas de transmissão dos dados pelas centrais de alarme, tais como:

Analógica

Trata-se do modelo convencional. A transmissão das informações ocorre por meio de fios telefônicos conectados à rede pública. A vantagem é que a instalação é mais fácil, com boa qualidade na transmissão dos dados.

Voip

A linha Voip é acionada em locais que contam com internet banda larga, ou seja, caso a rede esteja fora do ar, o sistema não vai funcionar.

IP

É um sistema direcionado para quem já tem o Voip. Por meio de um roteador, os sinais emitidos pelos sensores são convertidos em dados, sendo enviados via internet. A desvantagem é que fica vulnerável a situações de queda de energia elétrica.

Rádio

Como o próprio nome sugere, funciona por radiofrequência, podendo ser conectado a uma central telefônica. Assim, o sistema notifica uma central de monitoramento, podendo auxiliar em possível queda da transmissão analógica. Dessa maneira, essa escolha é uma boa opção, tendo em vista que fica em funcionamento mesmo com a queda de energia elétrica.

Celular IP

Com boa qualidade e eficiência, a comunicação acontece por meio da rede de telefonia celular. A única ressalva é que existem falhas das operadoras que podem interferir na central de alarme.

Como escolher um alarme

Não é novidade nenhuma que existem vários tipos de alarme, que se diferenciam pelo preço e pela sofisticação. Então, como escolher o melhor para a minha necessidade? Bom, você pode optar por modelos simples ou pelos sistemas de alarme mais sofisticados, no entanto, mais confiáveis e seguros, montados e projetados especificamente para um determinado ambiente.

Se você escolher a opção mais simples, é importante verificar com bastante cuidado as características do local onde será instalado o equipamento e também as indicações do fabricante, a fim de garantir que a escolha é realmente adequada.

Você mora em um bairro ou em um município violento demais? Ou o local não é tão violento? Seu imóvel é grande ou pequeno? Há outros acessórios e aparelhos de segurança instalados na sua residência? Bom, é preciso avaliar tudo muito bem! Saiba que o melhor alarme é o que vai se adequar à sua realidade e necessidades.

Como instalar a central de alarme

Para você instalar uma central de alarme, conte sempre com o auxílio de empresas que dominem o ramo de segurança patrimonial. Também é preciso escolher equipamentos de qualidade, evitando falhas nos momentos cruciais.

Você deve escolher os sensores mais propícios ao seu imóvel, podendo ser de barreira ou passivos, inclusive com diversos números de feixes. Por isso, mais uma vez, enfatizamos a importância de um estudo levando em consideração todas as peculiaridades do seu patrimônio.

No mais, uma orientação muito importante é casar a central de alarme com outros recursos de segurança, como câmeras, portões automáticos e as tradicionais travas e grades. Afinal, se os bandidos ficam cada vez mais audaciosos, os cidadãos do bem também precisam se proteger da violência.

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