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Controle de estacionamento: 7 passos para montar um projeto de CFTV
Segurança

Controle de estacionamento: 7 passos para montar um projeto de CFTV

Da forma como percebemos, o profissional da segurança eletrônica deve ter boa capacidade de adaptação. Afinal, são inúmeras as exigências desse mercado, com clientes no setor público, empresarial e residencial. Elaboramos este post para simplificar um tipo cada vez mais comum de projeto de CFTV: o controle de estacionamento.

Geralmente, para garantir a satisfação do seu cliente, esse trabalho exige confiabilidade técnica e boa visibilidade. Então, não perca tempo e acompanhe esta leitura!

Os 7 passos para estruturar um bom controle de estacionamento

Dos vários projetos da segurança eletrônica, o controle de estacionamento está entre os mais complexos. Afinal de contas, o volume de informações é gigantesco, exigindo muita atenção e detalhismo do profissional em questão.

Sendo assim, compilamos, nesta lista, sete dicas fundamentais para o seu planejamento, cobrindo todas as dúvidas que se possa ter sobre o tema. Dessa maneira, garantimos que você estará mais preparado para oferecer um serviço de alta qualidade. Agora, vamos lá!

1. Entenda o objetivo do projeto

Sim, você precisa seguir as orientações do cliente! Entretanto, é importante escutar a sua experiência para sugerir melhorias técnicas e estratégicas sobre o projeto. Dessa forma, você se certifica de que está oferecendo o melhor planejamento possível, cobrindo todas as vulnerabilidade do ambiente.

Por conta disso, você deve fisgar a ideia do projeto e dimensionar suas propostas para a escala desse trabalho. Por exemplo, você está projetando um sistema para uma garagem residencial ou para um estacionamento hospitalar? Como pode imaginar, os dois cenários são muito diferentes, com orçamentos, urgências e estratégias diversos.

Sendo assim, é importante entender que não existem fórmulas prontas! Você precisará mergulhar na realidade do cliente, estudando o perímetro e desenvolvendo um plano do zero, já considerando tudo o que esse projeto demanda.

2. Avalie os espaços

Esta é uma dica que complementa a de cima, pois serve justamente para o estudo do ambiente de instalação. O seu objetivo aqui é avaliar as distâncias e as cenas, identificando os pontos de maior fluxo para a saída dos carros. Além disso, também é importante prestar atenção à infraestrutura do local, identificando vigas e pontos adequados para a instalação das câmeras.

Outro detalhe é que, a depender do orçamento do seu contratante, você pode sofisticar o projeto considerando a instalação de sensores de barreira para notificar movimentações suspeitas, abrir cancelas ou qualquer outra função que seja interessante a esse trabalho.

3. Simule e identifique a melhor posição para as câmeras

Considerar ângulos, pontos cegos, vias de maior fluxo e pistas de saída. Basicamente, esse é o seu objetivo nesta etapa, em que se deve avaliar todas as condições de luminosidade, alcance e visibilidade para a produção de imagens nítidas e confiáveis.

Por conta disso, pode ser interessante considerar as vantagens do CFTV IP, pois, caso não saiba, esse tipo de tecnologia simplifica a implementação dos projetos, reduzindo custos, entregando imagens de alta fidelidade e possibilitando a análise inteligente das cenas, com a identificação de rostos, placas e objetos.

4. Considere a infraestrutura e os recursos disponíveis

Sem sombra de dúvidas, esta é a dica mais pé no chão de toda a lista! Sim, o instalador deve ser criativo em seu planejamento e na forma como soluciona as demandas do projeto. No entanto, no exercício da sua profissão, você nunca pode abandonar a realidade.

Ou seja, é preciso trabalhar com o que está disponível — a menos que o cliente tenha um orçamento ilimitado, de modo que, deliberadamente, peça o projeto mais seguro, robusto e tecnológico possível. Fora esse caso, você precisa trabalhar com parcimônia, economizando sempre que possível.

É por esse motivo que as câmeras com tecnologia PoE são uma boa pedida. Afinal de contas, esses aparelhos podem ser alimentados diretamente por um cabo de rede RJ45, dispensando a estruturação de uma rede elétrica dedicada apenas à alimentação das novas câmeras.

5. Considere a largura da banda

Digamos que você tenha seguido a nossa recomendação e esteja prestes a implementar câmeras IP no projeto. Beleza, mas, nesse caso, você precisa considerar a consistência da rede local, pois, como sempre dizemos: um bom projeto de segurança eletrônica é um projeto confiável!

Tecnicamente, quanto maior a resolução das imagens capturadas, maior o tráfego de dados e a demanda sobre essa rede. Por isso, é importante garantir que o cliente já tenha uma estrutura de internet com largura de kbps suficiente para alocar o trânsito contínuo dessas imagens, sem gargalos, pausas ou quedas.

6. Configure os parâmetros das câmeras

Após o posicionamento e fixação das câmeras, você precisa garantir que elas sejam capazes de funcionar de maneira autônoma. Sendo assim, nunca esqueça do principal detalhe para que isso aconteça: ajuste o foco automático desses dispositivos!

Com a ajuda de um monitor de teste, você pode emular situações, posicionando objetos a distâncias variadas e observando se as lentes estão se adaptando aos diferentes cenários. Se essa etapa for ignorada, você deixará o projeto pela metade, com uma vulnerabilidade que poderá prejudicar o cliente no futuro.

7. Dedique atenção especial à central de monitoramento e à estratégia de backup

Por fim, é importante encerrar o trabalho ajustando os últimos detalhes nas plataformas de monitoramento. Se você fez um projeto simples de uma garagem residencial, esse será o menor dos problemas, bastando configurar o acesso às câmeras nos celulares, tablets e computadores do seu cliente.

Em um projeto mais complexo, você precisará instalar os softwares necessários para o monitoramento do novo sistema, garantindo que a sala de vigilância tenha todas as condições operacionais para não encontrar nenhum problema durante o uso.

Para encerrar, um critério da maior importância: o backup. Nas câmeras, podem ser utilizados cartões de memória, garantindo que se tenha as imagens diretamente pelo dispositivo. Nas centrais, pode-se utilizar sistemas de backup automático em nuvem e em discos físicos, como servidores, HDs, SSDs e afins.

Você gostou deste post exclusivo sobre o controle de estacionamento? Sendo assim, aproveite a oportunidade para aprender ainda mais sobre o tema: confira os 6 equipamentos essenciais para um projeto de segurança em áreas externas!

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