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Noções de segurança eletrônica: o que eu preciso saber sobre o tema?
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Noções de segurança eletrônica: o que eu preciso saber sobre o tema?

A segurança eletrônica é, hoje, diretamente responsável pela diminuição considerável de crimes contra a propriedade, tanto no âmbito privado como público. Isso se explica pela crescente modernização dos sistemas, fator que que tem atraído cada vez mais colaboradores para a área.

Para reforçarem as suas noções de segurança eletrônica, muitos profissionais iniciantes recorrem à internet para adquirir conhecimento relevante. Pensando nisso, preparamos este post para apresentar informações importantes para aqueles que se interessam pela área. Boa leitura!

O que é, afinal, a segurança eletrônica?

Basicamente, é o ramo do mercado geral de segurança que utiliza prioritariamente equipamentos eletrônicos com função específica. Esses aparelhos operam de modo a fornecer atuação preventiva, inibidora ou até mesmo reativa em casos de perigo ao estabelecimento e às pessoas que ali se encontram.

É importante notar que a noção de segurança eletrônica não envolve, necessariamente, a presença física de um operador no ambiente protegido. Isso porque novas tecnologias de funcionamento remoto têm garantido a eficiência necessária no combate às violações à propriedade ou à integridade física dos usuários de equipamentos.

Além disso, a segurança eletrônica não elimina a proteção física do ambiente — inclusive, ambas podem se complementar perfeitamente. Porém, podemos dizer que a presença de equipamentos eletrônicos de ponta torna facultativa a redução de vigilantes.

Isso pode ser exemplificado pela utilização de câmeras IP, por exemplo, oferecem uma área ampla de cobertura e imagens com bastante nitidez para a identificação de indivíduos ou objetos estranhos ao ambiente vigiado.

Quais são os seus objetivos?

No Brasil, temos três princípios: inibir, detectar e comunicar. Em inglês, há uma terminologia semelhante conhecida como “Detect, delay and respond” (detectar, atrasar a ação e responder ao ato). Ambas as definições são bons indicativos para transmitir os objetivos quando falamos de noções de segurança eletrônica.

Um sistema desse tipo deve ser capaz de detectar uma invasão e proporcionar uma resposta rápida, para evitar qualquer ação de indivíduos mal-intencionados. Assim, ele deve funcionar da seguinte forma: vamos supor que alguém esteja tentando invadir suas instalações.

Uma vez que seu sistema detecta a intrusão, há a comunicação direta às autoridades — por meio de uma pessoa que opera os equipamentos ou até mesmo por transmissão automática. Desse modo, as forças de segurança precisam responder o mais rápido possível para evitar qualquer dano ou comprometimento dos ativos da sua instalação ou às pessoas que ali residem ou trabalham.

O interessante é que os três principais apontam uma evolução. Em primeiro lugar, há a inibição: de modo geral, o infrator já se sente bastante desestimulando a continuar agindo quando percebe a existência de um sistema completo de segurança. Isso ocorre principalmente quando há tecnologia de alto nível envolvida, o que reduz as chances de que ele realize a ação sem chamar atenção.

Depois, podemos mencionar a detecção: mesmo que continue a agir, o criminoso dificilmente continua agindo sem ser flagrado pelo sistema. Por fim, os equipamentos transmitem a movimentação estranha. É a etapa de comunicação, que pode ser checada até mesmo pelo celular do cliente do projeto eletrônico de segurança, de forma remota.

Quais são os equipamentos mais utilizados?

No amplo universo de equipamentos que compõem o universo da segurança eletrônica, podemos destacar as câmeras, os circuitos fechados de TV e os alarmes. Além disso, algumas funções são bastante exploradas pela indústria, como o telemonitoramento e a vigilância por vídeo. Vamos, agora, apresentar alguns equipamentos bastante recorrentes nos projetos. Confira:

CFTVs

Entre as opções, o Circuito Fechado de Televisão, também conhecido no mercado como CFTV, é uma das que mais se destacam. Isso porque ele funciona como uma espécie de pacote completo, com a cobertura de amplas áreas por câmeras e otimizadas e a facilidade do monitoramento geral.

Com ele, o usuário consegue realizar a vigilância em tempo real da propriedade. Com a adoção de câmeras IP de alta resolução, as imagens capturadas são ainda mais detalhadas e transmitem uma maior riqueza de detalhes. É importante notar que isso é um grande diferencial na hora de repassar os vídeos às autoridades.

Apesar da riqueza tecnológica, o monitoramento pode ser realizado até mesmo pelo smartphone, dentre outros dispositivos móveis. Isso é interessante por facilitar a comunicação, já que é possível compartilhar as imagens de forma imediata.

Câmeras

Quando pensamos em definir noções de segurança eletrônica, há uma boa chance de que as câmeras sejam os primeiros exemplos que nos venham à mente. Principalmente com a evolução desses equipamentos: hoje, podemos encontrar opções com infravermelho, que emitem ondas de calor destinadas a facilitar a movimentação de corpos.

O sistema direto de gerenciamento também evoluiu. Há a opção conhecida como NVR, dedicada integralmente a projetos digitais e o HVR, um híbrido de ferramentas analógicas e digitais. Não podemos nos esquecer do clássico DVR Stand Alone, ainda bastante utilizado no mercado.

Controles de acesso

Os controles de acesso são outra opção sofisticada para enriquecer a sua proteção. Eles são exemplificados pelos cartões de proximidade com senhas, de uso individual. Outra opção eficiente é o controle direto por biometria, que realiza o reconhecimento de características físicas do visitante.

Sistemas de alarmes

Outro exemplo bastante recorrente quando o assunto é segurança eletrônica, os alarmes são um sucesso duradouro no ramo. Principalmente porque são estruturas bastante completas, formadas por painéis, sirenes, sensores específicos e botões de pânico. Algumas opções, como os sensores de barreira com multifeixe ativo, capricham ainda mais na proteção que se tornam ainda mais sensíveis a movimentações estranhas no local.

Aplicativos e softwares

Como a segurança eletrônica é diretamente associada à tecnologia, é preciso escolher aplicativos mais completos para realizar o seu monitoramento. Isso é especialmente interessante para quem quer priorizar a mobilidade, ou seja, realizar essa vigilância por meio de dispositivos móveis.

Assim, é possível encontrar aplicativos que oferecem o gerenciamento e visualização das câmeras diretamente pela internet. Além disso, o técnico pode vincular diversas contas familiares e gerenciá-las de forma otimizada, diretamente com os clientes.

Onde a segurança eletrônica é empregada?

A boa notícia é que torna-se possível projetar sistemas em áreas externas e internas. Muitos clientes acabam se beneficiando com a combinação das duas opções, já que muitos criminosos acabam sendo pegos justamente quando estão dentro da propriedade — e após violar as barreiras de fora.

Outra particularidade interessante é que os projetos variam muito de tamanho. É possível encontrar sistemas completos em empresas de grande porte, em hospitais e aeroportos, mas também em residências menores e comércios mais modestos. Há uma solução para qualquer tipo de cliente. Além disso, o profissional de segurança eletrônica pode prestar serviços para órgãos públicos, integrando times maiores e ajudando a reforçar a vigilância de determinado município.

Após este post, suas noções de segurança eletrônica foram devidamente atualizadas. Como podemos ver, a área é bastante eclética e repleta de oportunidades. Com a transformação digital transformando as funcionalidades, é possível contar com equipamentos modernos para projetar sistemas ainda mais sofisticados.

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